sábado, 3 de janeiro de 2015

MUB/14 – boas idas à Melissa Gurgel, a Miss (Universo) Brasil 2014


*AD - Obra de Arte a vista...
Foi dada a largada tupiniquim para a disputa do mais emblemático título de beleza do mundo – Miss Universo. Melissa Gurgel, do Ceará e do Brasil fará as honras ao nosso país, no evento. Esperamos que faça uma grande participação. Que chegue o mais longe o quanto for possível chegar.

Temos consciência de que o dever de casa foi feito e bem feito, em casa mesmo, ou seja, no Brasil, mantendo todas as nossas raízes e maneiras de ser. Temos a convicção de que a Miss (Universo) Brasil 2014 fará uma atuação condizente e digna de uma filha do Brasil.

Temos, principalmente, confiança nessa jovem, que em tão tenra idade carrega uma responsabilidade gigantesca: honrar o nome de uma nação, honrar um povo. Responsabilidade tal que somente os virtuosos terão.

Que os holofotes se acendam; que o palco se ilumine; e que, no centro desse jogo de luzes brilhe a estrela maior de Melissa Gurgel, a Miss Brasil 2014.

Muito boa Sorte. Que Deus a faça brilhar mais e mais e conquistar com serenidade e segurança, também, os jurados do Miss Universe Organisation - MUO.

* Detalhes de um traje de gala confeccionado por Alexandre Dutra

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

MUB – o carisma no mundo e no mundo-paralelo

Carisma. Tal virtude é inata, não se ensina nem se aprende, mas se aperfeiçoa. Ser carismático como tudo no mundo, tem duas faces bem latentes. Isso não quer dizer que existam apenas duas.

Os carismáticos, por sua natureza chamam para si todas as atenções. Em grupos de pessoas todos os querem como membro; todos querem ouvi-los ou mesmo vê-los, concordando ou não com o que dizem. Alguns ouvem por admiração, outros por odiá-los; por não suportar a ideia de um magnetismo tão natural fluir de alguém e angariar tanta atenção.

Eis aí as duas faces do carisma. O amor e o ódio. Enquanto uns ouvem, acompanham ou olham por amor, admiração e respeito, o porta-voz do carisma – o carismático; outros, ainda que a contragosto fazem o mesmo, mas por despeito, rancor, inveja ou pelo próprio ódio cultuado. Percebemos que os carismáticos retém para si a atenção ainda que o sentimento que a faz nascer não seja, necessariamente, benigno.

Zero em nobreza, logo...
O carisma é, por assim dizer, uma nobre virtude. Como tudo, ou quase tudo, pode ser ou é distorcido. Com ele não seria diferente. Os porta-vozes, especialmente os mais notáveis, quando perceberam (percebem) a si mesmos detentores dessa dádiva, não raras vezes, a utilizaram (utilizam) sorrateiramente.

O carisma limpo, benigno ainda é aquele cujos porta-vozes – os carismáticos – o faz brotar sem interesses escusos. Na contramão, a história nos mostra que o carisma pode aflorar sob aspecto perigoso e truculento. Isso ocorre quando se intenta fundi-lo ou confundi-lo com o poder, especialmente o poder do Estado. Hitler, Mussolini, Getúlio, Kennedy, Mandela e tantas outras personalidades da política detinham alto índice de magnetismo-prático. A atividade fim é, portanto, diferente. Ela dança conforme o intuito, a ganância do vetor do carisma.

Aqui, novamente é necessário reforçarmos uma diferenciação. Devemos pontuar, primeiro, ser carismático, retendo para si todo um aparato Estatal, cuja finalidade é falar às multidões e convencê-las a mantê-lo no topo, dominando pelo poder político e financeiro, conjugados à persuasão; e segundo, o carismático, sendo apenas um destaque naquilo em que atua, em determinada área. Nesses dois casos, ambos terão o mesmo índice de carisma, uma vez que não é possível ser meio carismático - carisma, ou se tem ou não se tem. Mas, reparem que somente um tem as condições reais de falar às multidões, embora ambos sejam carismáticos.

10  em carisma, logo...
Nesse sentido é importante mensurarmos o contexto em que está inserida a personalidade de quem se fala. E aqui, adentramos ao mundo-paralelo1. Em 2014, o Brasil elegeu sua Miss e candidata ao Miss Universo. A jovem cearense, de apenas 20 anos traz, arraigadas em si, características que saltam aos olhos e chegam ao público sob a denominação mais clara de carisma. Com singela simplicidade transmite mensagens; os gestos e a maneira como os expressa transborda em simpatia e agrada o público e, novamente, provoca dissenso, pelo motivo contrário ao amor, à simpatia, que desperta naquele público que não admite tal virtude. Não admite mas sabe, como os demais, que o carisma reside ali. Frisemos que isso é válido e perfeitamente passível de acontecer.

Seria, pois uma miss Brasil capaz de falar às multidões? A resposta é sim e não. Importa dizer que o falar às multidões não pressupõe carisma, apenas. Atrás deste deve prevalecer uma enorme força, quer seja política, quer seja financeira. O poder faz qualquer um ascender às multidões. No entanto, somente o poder o manterá lá. Já o carismático de fato, falará as multidões em qualquer tempo, mas, não detendo o poder político ou econômico, a possibilidade de tal fato ocorrer é praticamente nula – o que não o torna menos competente. Subindo ao poder o carismático, apenas pela virtude do carisma e exercendo-o para o bem, ainda que o poder político-financeiro o rechace, a chance de permanência no topo é mais viável e factível.

Trata-se de ambientes distintos e possibilidades distintas.

Em suma, o carismático é mais persuasivo quando age em nome do poder e para o poder absoluto, pois dispõe de todas as formas disponíveis e possíveis para se fazer ouvir. Enquanto o carismático por si só, dispondo apenas da virtude inata, desprovido do aparato midiático, financeiro e assemelhados continuará sendo carismático, embora falando à multidões sob a forma de um grupo reduzido, não menos importante.

A Miss Brasil 2014, seguramente, deve ser enquadrada no segundo grupo dos virtuosos.
1. mundo dos concursos de beleza.

domingo, 28 de dezembro de 2014

MU/14 – Impressões Preliminares sobre as Candidatas – IPC-MU/14

Nossa percepção fotográfica às candidatas, faltando menos de um mês para o maior e mais belo evento de beleza da Terra – o Miss Universe 2014.

Lembramos que tudo poderá sofrer mudanças quando o certame tornar-se concreto e as candidatas começarem a ser mostradas como realmente são.

As percepções finais serão feitas e publicadas logo após a Apresentação Preliminar.

Em ordem “totalmente” aleatória apresentamos:
Kosovo – o país não enviou, por razões políticas, candidata ao MU 2013, na Rússia. Agora, nos presenteia com a participação de uma candidata dígna de um título de peso como é o (título) de Miss Universo. Belíssima plástica facial. Consideramos uma candidata com reais chances de impressionar os jurados e organização;

Filipinas – não é mais novidade a força que tem as candidatas desse país. Elas sempre são bem orientadas e embora não disponham de uma beleza arrebatadora, convencem pela solidez nas apresentações que fazem. A deste ano, particularmente é bela e embora não seja tão alta cresce muito no palco pela segurança. Acreditamos em classificação, quer seja por escolha dos jurados, quer seja por força do voto dos compatriotas. Dali para a frente ela deverá garantir a si mesma;

Portugal – pouco comentada, a portuguesa poderá ser uma das surpresas dessa edição. O país tem pouquíssimas participações em eventos dessa natureza. Caso confirme a beleza real como a apresentada em fotos, será agradável vê-la entre as semifinalistas;

França - remete à imagem de menina-pura, além de bela mulher. Por fotos passa um aspecto tímido, mas, sabendo atuar com segurança tem todos os atributos para ser percebida;

Brasil – traços fortes e simétricos fazem de seu rosto um dos mais belos desta edição. A força e altivez com que se apresenta prediz classificação em qualquer certame internacional. A passarela é forte, os movimentos simétricos e naturais faz dessa candidata uma das fortes a ser percebida;

Colômbia – uma típica concorrente colombiana. Raramente não são belas. Funciona bem sorrindo, isso implica dizer que séria não convence; passa um aspecto antipático de “patricinha” mimada. No entanto, pelo conjunto da obra deverá ser percebida. Qualquer deslize durante o evento e na apresentação preliminar será suficiente para desclassificá-la;

Polônia – uma figura encantadora. Consideramos tão interessante quanto as duas últimas classificadas daquele país no MU. Resta mostrar que é tão competitiva na real o quanto é em fotos;

Suécia – uma figura que alija o paradigma da europeia loura. Esperamos vê-la com méritos suficientes para fazer-se notar e avançar à semifinal;

Trinidad e Tobago – por fotos mostra-se uma das mais belas negras na competição. Possui traços autênticos e harmônicos o que a torna mais bela. Em fotos, perfeita. Em ação, veremos. Portanto, uma ótima aposta pré selecioná-la à semifinal;

Ucrânia – o acerto dos acertos. O tardio Miss Universo 2014 muito favoreceu esse país. Na última hora substituiu a primeira pela segunda colocada. Com isso, ganhou a organização nacional, ganhou o miss Universo e principalmente o público. É a candidata que consideramos a “mais perfeita” quando falamos de beleza plástica. Fortíssima candidata e torcemos por uma classificação preliminar para sentir seu desempenho e provável avanço;

Espanha – foge do padrão da vice 2013. Tem porte e um sorriso encantador. Caso preserve a classe de rainha com naturalidade sem exagerar no “ar celestial” poderá impressionar e, quem sabe, convencer;

Cazaquistão – impressiona a beleza dessa candidata. Apresenta traços bem típicos e, ao mesmo tempo, suaves. Isso faz ela ostentar uma beleza universal, ou seja, capaz de agradar todos os públicos. Caso demonstre firmeza e corpo em dia, será bem-vinda ao time de selecionadas;

México – a mexicana e sua “pinta” atraente seria uma atração a mais entre as semifinalistas. Embora não apresente uma plástica de encher os olhos, a postura e a naturalidade ao falar são pontos fortes que devem ser considerados. Tem presença suave e beleza simples, mas atrativa. Seria uma ótima aposta;

Índia – as fotos produzidas revelam uma bela mulher. Traços fortes e fora dos padrões-cotidianos-ocidentais. O corpo parece ser seu ponto fraco, pois ainda não sabemos como desenvolve as ideias ao falar. Pelo exotismo da beleza plástica, consideramos uma ótima opção para o time semifinalista;

Grécia – uma candidata com semelhante beleza somente fica para trás se não demonstrar comprometimento; apresentar-se muito acima do peso; expressar-se mal e desconhecer uma passarela. Imaginamos que não seja esse o caso da grega. Contamos com ela na semifinal;

Equador – a forte presença de palco é um ponto a ser considerado na equatoriana. Somado isso à vontade de vencer e expressão oral condizente, poderá lhe render classificação. O que seria bem interessante.

Sob observação minuciosa: Angola, Geórgia, Grã Bretanha, Lituânia, Sérvia e Venezuela.

É isso aí. Após a Apresentação Preliminar, muitas subirão o conceito, outras tantas cairão, quando analisarmos o desempenho real no palco do Miss Universo.

Até lá!...

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

MW – Miss World: retrocesso à vista

Há poucos dias fiquei boquiaberto com um informe, supostamente veiculado pela assessoria do Miss World. Ali se justificou o injustificável – extinguiu-se a apresentação das aspirantes ao título internacional em traje-biquíni. Um retrocesso, para dizer o mínimo.

Em um mundo onde os direitos das mulheres foram negados desde tempos imemoriais é inconcebível um discurso dessa natureza, especialmente quando falamos em concursos de beleza. Entre movimentos clandestinos e reprimidos à força, muitas vezes tendo morte como punição e publicações anônimas, bravas mulheres entregaram-se à causa mais nobre, qual seja, serem consideradas humanas e humanamente livres. Livres para pensar, para trabalhar, para protestar, para governar. Não apenas livres para viver sob jugo, fadadas em satisfazer os caprichos de seus maridos-donos. Não apenas reprodutoras, cujo corpo era visto como um vetor para a perpetuação da espécie.

A luta de grandes mulheres (e homens também) resultou em tantas mortes! No entanto, seus protestos ecoaram mundo afora e hoje podemos afirmar que os direitos humanos que eram negados às mulheres é uma realidade palpável. Obviamente, devemos considerar as diferenças culturais e costumeiras – diferenças estas, em algumas nações, ainda vetoras de desigualdade. Essa ideia de liberdade e direitos humanos estendidos às mulheres sofre, por assim dizer, mutações culturais, locais e ideológicas. Em muitos casos não são de tudo perniciosas.

Em nações livres as conquistas mostram-se mais latentes e concretas. Noutro polo, ideologias, especialmente as religiões em nome de um deus-pessoal, continuam a submetê-las a uma existência vexatória e submissa ao extremo. E ninguém gostaria de viver e permanecer num casulo se fosse capaz de conhecer o mundo como ele é e as oportunidades que ele nos proporciona. São as radicais barreiras culturais, verdadeiros paredões ideológicos que ainda aprisionam milhões de mulheres nos dias atuais. Caso sejam indagadas elas afirmarão que são felizes assim; ou por medo de reprimendas terrena ou celestial ou por ignorância da existência do mundo e de si mesmas.

E quando falamos em vetores, desde o século passado os concursos de beleza têm, de maneira explícita ou inconscientemente, valorizado o discurso e os sacrifícios das precursoras da mulher livre. A exposição dessas jovens mulheres são para muitos, uma afronta, por isso a importância de se manter uma visão moderna. Foi à partir deles (sacrifícios) que as mulheres, em muitas nações foram consideradas “sujeito de direito”, especialmente os direitos humanos.

Lembremos que uma ramificação nesse amplo emaranhado dos direitos humanos está os direitos à integridade e a autonomia dos corpos. Dos corpos, repita-se. Essa autonomia predispõe algo mais amplo, a liberdade, no Brasil um direito fundamental, constitucional e pétreo.

Os donatários do Miss World dispõem de toda liberdade para progredir ou retroceder; implementar ou enxugar sua forma avaliativa, mas, suprimir, extinguir a etapa “biquíni” do certame por considerá-la desrespeitosa ou lesiva à imagem das mulheres é um ato inconsequente, retrógrado e autoritário. Lembremos da autonomia. Novamente se está cerceando o direito das mulheres sobre o próprio corpo, corpo este que cabe a cada uma decidir se mostra ou esconde.

Ainda é perceptível uma manobra singela e esquiva para abarcar mais aspirantes, especialmente daqueles países que ainda as tratam como objeto de manejo. Nesse ângulo, o Miss World presta um desserviço à sociedade livre, quando impõe às contestantes reprimendas que ferem diretamente o direito de escolha que cada um(a) tem. O direito de escolha em sentido amplo, não se restringe apenas a decisão de participar desse ou daquele certame. Uma vez dentro temos regras a cumprir, mas estas não devem ferir a individualidade e autonomia das candidatas.

A beleza para ter propósito precisa, antes de tudo, ser livre e envolta pelo respeito. É inconcebível a ideia de que um desfile em traje de banho desqualifica ou desrespeita uma mulher. O que assim o faz é entubá-las, escondê-las em mantos, panos e capas e mantê-las como bichos-de-estimação.

Em outras palavras, o MW fere o direito das mulheres e endossa o ato, ao curvar-se à prática doentia e radical das sociedades dominadas pela truculência que ainda hoje aprisionam seus homens e, principalmente, suas mulheres dentro de si mesmos.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Aviso!!!

Por razões pessoais não temos realizado novas publicações. Tão logo seja possível continuaremos a compartilhar ideias.

Sejam sempre bem-vindos!!!

sábado, 11 de outubro de 2014

O que faz a grandeza de alguém…

Há pessoas e pessoas… quem nunca ouviu termo semelhante em algum momento? Raramente, nos perguntamos o real significado. A grande maioria das vezes recorremos a essa expressão para enfatizar diferenças básicas de algo ou alguém em relação a um semelhante. É, portanto, uma colocação carregada de pessoalidade.

E para não fugirmos da linha “personae” convido-os a mergulhar na personalidade enquanto podemos ser publicamente, ou melhor, na personalidade pública. Fica óbvio que não tratamos aqui do “ter”, mas sim do “ser” essa personalidade. E por essa linha é possível afirmarmos que são poucos aqueles detêm os predicados necessários. Ter personalidade faz alguém tornar-se personalidade, no entanto, o fato de tê-la não é garantia do surgimento e manutenção de uma personalidade pública que deve ser vista, seguida, admirada, aplaudida.

No mundo-paralelo1 brasileiro tivemos e temos casos que refletem com perfeição aquilo que acabamos de expor. Desde Martha Rocha (1954) até Melissa Gurgel (2014) a oscilação entre o “ter personalidade” e o “ter e ser personalidade” manifestou-se ano a ano.

O Miss (Universo) Brasil 2014 - MUB/14 - pode bem ser considerado, senão o melhor, um dos melhores eventos anuais já realizados. Amparou e permitiu que todos os Estados fossem representados o mínimo dignamente. O resultado foi um certame altamente competitivo e organizado a contento. E no calor da capital cearense fervilharam as personalidades distintas.

Em um evento que reúne 27 (vinte e sete) mulheres escolhidas sob o crivo da perfeição nem seria necessário mencionar qual poderá ser o diferencial no momento do desempate. O uso do “ter personalidade” da mesma forma que é benéfico pode ser um prego no sapato, porque forçado e desmedido. É exatamente nessa hora que o gigante se apequena e o pequenino cresce.

A capacidade de domínio do “ter personalidade” com o “ser personalidade” tornou-se cristalino no palco do MUB/14, já nas tomadas preliminares com as candidatas. Comprovando que a dimensão da capacidade de ter e ser personalidade não passa necessariamente pelo aspecto físico, Melissa Gurgel, a Miss Brasil eleita mostrou-se a maior das candidatas pré-selecionadas à grande final. O que foi mais intrigante, ou mesmo inacreditável foi constatar a regularidade da jovem nas apresentações.

Ao contrário do que se imagina, defender um título “em casa” nunca foi nem será um manjar-dos-deuses. A torcida é vibrante e a pressão é infinitamente maior sobre a “dona da casa”. Poucos conseguem assimilar esse turbilhão de emoções, responsabilidade e cobranças e manter-se de pé. Poucos são aqueles que conduzem a si mesmos (as) numa constância inatingível, transbordar segurança e carisma. Poucos são aqueles que trazem em si o “ter” e o “ser” personalidade como virtude inata. Poucos teriam a garra e a espontaneidade apresentadas pela jovem Miss Ceará, que talvez nem atinou, mas, a cada passo desenhava, singelamente, letra a letra, o próprio nome nos anais da história do Miss Universo Brasil.

Há ainda aqueles(as) que vencem por “ter” personalidade, apenas, e após vencer, caem nas valas do esquecimento, pela ausência do complemento principal – “ser” personalidade. Aqui, podemos comemorar pois a Miss (Universo) Brasil 2014 e candidata a Miss Universo agrega todas as virtudes necessárias para firmar-se como uma Miss Brasil memorável.

Como candidata a Miss Universo as chances de sucesso são nítidas. Como Miss Brasil – já é uma personalidade pública consolidada. Janeiro 2015 poderá marcar sua ascensão máxima neste segmento e, ainda que não ocorra, jamais lhe será demasiado o título de Miss Brasil 2014.

Parabéns ao Brasil e ao Ceará por nos presentear com tão graciosa beleza!
1 mundo dos concursos de beleza.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

As Sílabas Poéticas de um soneto miss'ológico

Na última semana do "reinado" de Jakelyne Oliveira - a Miss (Universo) Brasil 2013, publicamos um texto de agradecimento sob a forma de um Soneto - http://bsbdocerrado.blogspot.com.br/2014/09/jakelyne-oliveira-o-principe-dos-poemas.html

Ali mencionamos a "métrica" adotada e alguns colegas-leitores nos pediram o poema sob divisões silábicas. Eis, portanto.

Sílabas Poéticas ou Métricas – Contagem


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Do/ co/ra/ção /ver/de/ que a/den/sa um/ pa/ís,/ se/ viu/ raiar
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A o/fus/car /o /seio/ da/ Tri/bo, a /Co/mum/ Es/tre/la in/fensou
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Ra/di/ca a e/spe/ran/ça /per/di/da, a /se/men/te/ ger/minou
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Re/ga/da à/ mo/da/ bre/jeira,/ no/vos/ so/nhos/ a a/ca/lentar.


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On/de a/ Ter/ra o /Céu /re/fle/te /sob/ as/ á/guas/ da e/stação
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Don/de /ba/fo/ra a /bri/sa /mor/na – /so/pra /ma/res /verdes
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E /que/bram/-se em /ar/ma/ções/ de /con/cre/to,/ de/ pa/redes
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Con/tras/tes/que a/bri/ga o/ri/bei/ro, o/pe/cua/ris/ta, o /peão.


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En/tre/ pla/ní/cie e /pla/nal/to, /dis/tan/tes /rincões
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E/mer/ge /de u/ma /“Pon/te /de /Pe/dra” e/nig/má/ti/ca /mo/rena
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Do/ ce/ná/rio /de en/can/to, /ser/pen/teio /de /ri/os – /o /Ju/ruena


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De/ cha/pa/da a a/lu/vião en/can/ta/do, a /dos /Gui/marães
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Do /ber/ço /do an/ti/go a/rraial/ em/ “v”/ a /cas/ca/ta em/ véu /des/prende
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Ao u/ni/ver/so /ver/de, /do /Bra/sil /que a /fi/lha a/co/lhe – o /pre/sente