terça-feira, 19 de novembro de 2013

MUB/2014 - início de Novo Ciclo com Amazonas e Rio Grande do Sul

Os dois estados mais atuantes no cenário miss'ológico-brasileiro abrem o calendário 2014 para o miss Universo Brasil.

1. Amazonas
2. Rio Grande do Sul

Logo, logo começam as impressões sobre as candidatas...


sábado, 9 de novembro de 2013

MU/2013 – Quando a preparação TEMPESTIVA faz toda a diferença...

Sempre que o assunto for concurso de beleza, as candidatas venezuelanas serão focadas. Agora, em 2013 agregaram o 7º (sétimo) título, isso somente no Miss Universo. Elas são protagonistas não por serem as mais belas; não por terem fluência em língua inglesa; e não por serem extrema e estrategicamente modificadas. Mas, por serem eleitas, primeiramente, misses de seu País e durante o “reinado”, preparadas, em todos as acepções da palavra, para disputar títulos internacionais.

Muitos condenam a chamada “fábrica” de misses venezuelana. Alegam que as moças passam por modificações extremas na aparência para chegar a um aspecto ideal de competição. De fato, percebe-se, sem muito esforço, a transformação por que passam, mas, é perceptível também, que isso é necessário quando não se dispõe sempre de mulheres naturalmente belas para ostentar um título de beleza. Quando não as têm, a tecnologia, a dedicação com profissionalismo e o empenho em tempo hábil fazem de mulheres “comuns” verdadeiras "afrodites".

Com isso, não queremos dizer que tais intervenções serão sempre necessárias, mas quando são mostram ao mundo que nascer belo não é prerrequisito para lograr títulos de beleza.

Antes de ter uma beleza natural e irretocável é mais que imprescindível, agregar a isso outras virtudes e atitudes que somadas poderão nos fazer ser percebidos sobre o ângulo da beleza plena. E os concursos de beleza sempre primaram, e hoje mais que nunca, por eleger candidatas seguras de si. Que saibam contornar ou resolver situações com desenvoltura; que saibam contestar com firmeza.

Se são naturais fisicamente ou não, numa contestação oral, numa apresentação de palco isso pouco influenciará, pois o trabalho fora realizado e realizado com perfeição, ainda que venha a ostentar nuances inexpressivas em decorrência de eventuais intervenções cirúrgicas. Segurança ao falar ainda é um cartão de visitas.

Seja a beleza natural ou construída, consegui-la somente é possível com extremo afinco e tempo para isso. Assim, não é prudente condenarmos uma candidata por ostentar um semblante construído, e no caso da venezuelana eleita miss Universo 2013, ela saiu bem à frente das demais: preparou-se por um ano, enquanto cumpria sua agenda nacional como miss Venezuela 2012; usou e gozou de todo o tempo necessário ao seu aperfeiçoamento e chegou ao miss Universo 2013 com muita segurança e atitude, advindas das instruções e treinamentos que recebera.

Devemos nos preparar para vencer, e não o contrário, e não é porque a vitória não vem, mesmo quando nos preparamos em tempo, que devemos desistir. De toda sorte, quem se dedica em um espaço mais amplo, tem sempre mais probabilidades de sagrar-se campeão. É o que ocorre com as venezuelanas e, em especial, o que ocorreu com Gabriela Isler, eleita a miss Universo 2013.

O Brasil, elegeu sua representante a exatos 18 (dezoito) dias do início do miss Universo 2013. Tivemos a felicidade de escolher uma dona dotada de grandes virtudes, capacidade e beleza. Com parcos 18 (dezoito) dias chegou ao Top5 do miss Universo e terminou com o honroso 5º (quinto) lugar. Um feito memorável!

Agora, imaginemos essa menina eleita com um tempo disponível de pelo menos 6 (seis) meses antes de competir. Tempo para adquirir mais experiência para falar, mais maturidade para desenvolver ideias.

Assim, torna-se desnecessário indagarmos onde estamos errando – nós e muitos outros países. Ainda assim, não é demais ratificar: confiamos demasiadamente em nossa beleza-natural e esquecemos que há outros requisitos a serem trabalhados, tais como, a força argumentativa, o poder de convencimento retórico e o controle emocional.

Diante de tudo que temos consciência, continuamos a errar. O que nos torna insensatos ao condenarmos, de alguma forma, aqueles que desenvolvem um trabalho tempestivo e buscam, de todas as maneiras possíveis e sadias, alcançar a perfeição, mesmo quando esta não fora marcada pelo fator genético.

Quem já foi abençoado pela genética poderá dar-se ao luxo em dispor de menos tempo. Mas ainda assim, precisará dele – DO TEMPO.

MUB/13 - Em dois anos, as Band/Enter ensaiam os primeiros sinais de mudança

Nesses dois anos de Band/Enter (Gaeta?) a frente da Organização do Miss Universo Brasil, começou a se cristalizar uma rota a ser adotada na condução do evento e eleição da Miss Universo Brasil – MUB. Tudo indica que a realização do certame nacional irá permanecer condicionado à realização do Miss Universo. Não aparenta ser uma tática sábia e adequada, contudo, não totalmente desconexa.

Não seria adequada pelas razões que os brasileiros conhecem muito bem: as misses eleitas dispõem de pouquíssimo tempo para assimilar a condição de miss Brasil recém-eleita e ainda preparar-se psicologicamente, para enfrentar novo confinamento em menos de 30 (trinta) ou 40(quarenta) dias. É uma situação que pouquíssimas pessoas estarão aptas a enfrentar, mesmo se focadas naquilo que fazem.

Quando o corpo de jurados tem a felicidade de eleger jovens com potencial consolidado – como ocorreu em 2011, 2012 e 2013 – ainda é possível comemorar e até sonhar com o título internacional. Mas, infelizmente, nem todos os anos são agraciados com mentes sadias que acertam na escolha da melhor candidata.

A inadequação nos pune exatamente quando erramos, óbvio, uma vez que não dispomos de tempo hábil para amenizar as fraquezas de uma miss Brasil eleita sem méritos explícitos. Caso dispuséssemos de tempo, mínimo de seis meses, os problemas com a miss Brasil 2010 e o fiasco no miss Universo daquele ano, certamente não seriam tão gritantes.

Por outro lado, faz sentido a manutenção do calendário do evento nacional à realização do miss Universo, mas, se, e somente se, for adotado um cronograma que regule os certames estaduais e todos estes, sob o rigor da batuta da Organização Nacional.

Deslocando a responsabilidade da preparação inicial da candidata aos profissionais dos Estados, estes, necessariamente terão que eleger sua representante com mais tempo antes do miss Brasil. Poderia, sim, acirrar a corrida de cada ente federado em otimizar sua pupila para chegar forte e competir de fato, ao invés de coadjuvar, como ocorre com a maioria dos Estados, ano após ano. Desse modo, a candidata seria eleita miss Brasil praticamente no final do “reinado” Estadual, mais experiente, mais segura e com fôlego à absorver as instruções pontuais de como portar-se em certame de cunho internacional, mesmo se eleita a 18 (dezoito) dias antes de se apresentar à concentração do miss Universo – como ocorreu em 2013.

É um descompasso sem precedentes, se pararmos para pensar na rotina diária, em semelhante situação. O grande trunfo em 2013, repita-se, foi o acerto na escolhida para nos representar, dada a sua experiência em concursos de beleza, apesar de seus 20 anos de idade.

Somos críticos ferrenhos dos desmandos que ocorrem no mundo-paralelo brasileiro. Mas havemos de pautar pela coerência e reconhecer quando o trabalho está sendo direcionado de maneira satisfatória. E nesses dois anos em que a marca da Band predominou no miss Universo Brasil, muitos pontos positivos já são passíveis de aferir.

Isso nos instiga a afirmar (embora possamos nos arrepender) que em 2012 e 2013 tivemos eventos relativamente limpos, bem realizados e produzidos (salvo alguns deslizes dos quais já falamos) e o mais importante: a organização escolheu suas pupilas sob o crivo da coerência, ou seja, as mais capazes, não se deixando levar pelo calor dos ânimos exaltados que pregam o favoritismo, cegamente, à revelia da competência da candidata.

Acreditamos que este seja o caminho. Estados antes hibernantes, já mostram sinais de atividade para 2014. Talvez, quando aprendermos a consolidar um calendário sério, passaremos a não mais desperdiçar moças incrivelmente cobiçadas, mas derrotadas pela falta de preparo e tempo suficiente de aprendizado mínimo.

Que 2014 seja, ainda, mais promissor, sem esquecermos jamais, que em 2013 estamos bem servidos de miss Brasil – quiçá de miss Universo – com a belíssima e competente Jakelyne Oliveira.

Boa Sorte, BRASIL!!!

terça-feira, 5 de novembro de 2013

MU/2013 - IFC - Impressões Finais sobre as Candidatas



Após o evento preliminar é mais seguro emitir opiniões. Estas serão pautadas no desempenho percebido das candidatas, portanto, são palpites com alto teor de subjetividade.

Não consideramos possíveis classificações em razão de: “peso” da faixa; país sede; pactos e convenções sob o aspecto negocial ou diplomático; interesses financeiros e qualquer tipo de “negociatas”.

Consideramos, tão somente, cada candidata em sua peculiar beleza e suas nuances percebidas.

Os números não predispõem ordem de preferência.

1. Panamá: agrega qualidades que nos instigam a imaginá-la na disputa direta ao título de miss Universo 2013;

2. Costa Rica: lembra muito Johana Solano (2011), embora não apresenta ser tão completa. Tem muitas chances de ser percebida pelos jurados e alçar voo ao top16; Top16.

3. República Checa: é quase impossível se imaginar um top16 em 2013 sem essa garota. Ela transcende em alegria, simpatia e carisma. Deverá ser vista, e se for, será uma concorrente de muito peso;

4. Brasil: cresceu muito durante o evento como um todo. Carrega consigo qualidades singulares que poucas pessoas conseguem passar com tamanha naturalidade. Simpática e carismática, ainda conta com o corpo perfeito e uma passarela e presença bem fortes, como aliados. Deverá chegar ao top16 e dali, brigar pelo título - 4ª Finalista ou 5ª Colocada;

5. Canadá: bela e simpática. Um potencial capaz de avançar à finalíssima, caso conquiste os jurados nas apresentações preliminares. Tem porte, ousadia, tem beleza e o principal, ótima expressividade vocal;

6. Peru: apresentou uma boa figura de palco. Como semifinalista poderia mostrar e demonstrar algo mais que possa ser capaz de realizar; traços latinos encantadores: morena de olhos expressivos. Soma-se ao corpo bem cuidado e ao sorriso farto e chegaríamos a uma figura agradável de ver entre as top16 - beleza concorrente com Turquia e Paraguai;

7. Venezuela: traz impregnado em si um certo ar de Dayana Mendonza (2008), com o diferencial que a de 2008 rescendia mais frescor e beleza. Percebemos que a preparação dessa moça foi intensa, todavia, em alguns aspectos, de extremo exagero. O semblante não reflete expressões autênticas, mas, ainda nestes termos, é possível vislumbra-la entre as semifinalistas - MU 2013 ou 1ª Colocada;

8. Coreia: uma asiática de beleza diferenciada. Reflete jovialidade e simpatia que somados ao desempenho cênico poderá alçá-la ao seleto grupo das dezesseis mais (16+);

9. Croácia: muito jovem e belíssima. Caso seja percebida pelos jurados-preliminares, seria uma das mais belas semifinalistas. Apresenta um certo índice de timidez, todavia, se visualizarmos isso como um charme a mais ela simplesmente cresce aos nossos olhos. Uma classificação aqui seria uma aposta significativa;

10. Índia: apesar da pouca ovação à indiana é quase inaceitável não percebê-la. Exibe uma beleza singela e terna, o que a torna mais atraente. Não tem aquela beleza de impacto, mas a que ostenta merece ser bem mais avaliada. Assim, seria uma ótima escolha levá-la ao time de semifinalistas; Top10.

11. Filipinas: como todas as candidatas daquele país, a de 2013 poderá sofrer a “metamorfose” nos momentos finais das avaliações. Mas, em relação as demais competidoras de peso, tornar-se-ia em mera coadjuvante - 3ª Finalista ou 4ª Colocada;

12. Turquia: uma beleza atípica quando se imagina candidatas europeias (se bem que a Turquia é mais ou menos “híbrida” = Eurásia). Não obstante, poderia ser facilmente confundida com as latinas não somente pela tez, mas pelos traços da face e o corpo bem formatado;

13. Polônia: dentre as europeias, talvez apresente uma das mais belas figuras. Em vídeo apresenta tendência à ser áspera, todavia, em alguns momentos compensa as falhas com maneiras e expressões mais amáveis. Caso tenha controle da situação e de si mesma poderia chegar ao top16 com chances reais de ir além;

14. Tanzânia: uma bela figura que nos remete à compatriota que brilhou no miss Universo 2007. Seria surpresa para muitos sua classificação, e gratificante ver uma beleza diferenciada entre as semifinalistas;

15. Indonésia: uma das asiáticas que predispõe páreo às demais, caso alcance o top16+. Demonstrou atitude em cena; Top16.

16. Hungria: a ousadia de menina levada é um contágio à parte. Ao mesmo tempo que demonstra um ar de ninfeta, mescla expressões de mulher, atraente, ousada e desejada. Foi uma surpresa a atuação dessa dona na apresentação preliminar.

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Devem ser observadas sob o crivo dos detalhes:

- França: Não apresenta uma beleza profunda, mas apresenta o bastante, ainda assim, se figurar entre as 16+, será bem-vinda;

- Haiti: seguramente a mais bela negra do certame. Em desfile de gala, a indumentária a prejudicou;

- Grã Bretanha: manteve durante todo o certame uma postura moderada. Isso pode ser positivo e atrelado ao bom senso, cativa pela beleza. As vezes peca em produções que a deixam com aspecto de mulher mais velha, no entanto, tem potencial para impressionar um público, talvez classificá-la seria muito; Top10.

- Israel: não condiz com aquilo que se esperava. As badalações precedentes em excesso as vezes causam esse tipo de frustração. Classificação pouco provável;

- Austrália: a australiana faz um tipo que as vezes se ama, outras se gosta, mas nunca se odeia. Acreditamos que o corpo compromete a candidata. Pelo que apresentou é improvável chegar ao top16;

- Colômbia: alguém viu a miss Colômbia? Seria uma agradável surpresa vê-la entre as semifinalistas;

- Espanha: não reflete aquilo que se imaginou às vésperas do certame. Não cremos em classificação e caso ela ocorra, interpretamos como um equívoco do corpo de jurados - 1ª Finalista ou 2ª Colocada;

- Porto Rico: uma bela mulher que durante todo o certame perseverou em uma imagem equivocada. Não vemos com bons olhos misses que apelam aos dotes físicos com exagero ou imprimem modos sensuais que beiram o vulgar. Porto Rico errou em 2012, quando apresentou sua miss semi nua e corre o risco de errar em 2013; Top16.

- Bolívia: uma jovem bonita que não conseguiu passar firmeza ao campo externo. Pode ser uma percepção equivocada de quem a observa de longe. Caso classifique, não terá sido uma escolha ruim;

- Estados Unidos: manteve-se em uma apresentação moderada. Demonstra confiança argumentativa e prediz muito potencial em avançar, no entanto, o corpo compromete a miss e em alguns momentos o eterno aspecto de mulher cansada predomina; Top10.

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- Equador: 2ª Finalista ou 3ª Colocada; (não figurou em nossas apostas).

A exceção:
- Rússia: em nossa concepção o país sede deveria ter vaga garantida entre as semifinalistas. A partir de então, seguir na batalha, somente por méritos próprios. No futebol funciona. O país sede-da-copa-do-mundo, não participa das disputas eliminatórias de classificação... por que não funcionaria no mundo-paralelo?

Em situação diferente, a candidata Russa não chegaria ao Top16.

Mas, no cara a cara (ou como diria uma certa hispânica), no “face to face”, o cenário é outro.

*** Todo o texto fora escrito na data de publicação - 05/11/2013 - exceto as referências indicativas do real Top16, a inclusão das fotos do Top5 e a referência à miss Equador.

Boa Sorte, Jakelyne Oliveira – o BRASIL está contigo!
Boa Sorte, Jakelyne Oliveira – o BRASIL está contigo!

domingo, 3 de novembro de 2013

A miscigenação ainda clama por respeito

Gostaria de entender o que leva uma pessoa a menosprezar seu semelhante em razão de meras e imaginárias linhas geográficas ou fator genético. Há pessoas que, por atos e fatos que praticam, devam ser penalizadas, isso indistintamente, a depender da gravidade, todavia, a gratuidade do menosprezo, da condenação gratuita às pessoas de forma generalizada, nos faz reviver os porões escuros da história perversa, da busca pelo perfeito, na concepção de algumas doentias mentes.

Todos os dias é possível ouvir dizer, ou mesmo presenciar fatos que corroboram a infame prática da segregação, da discriminação gratuita e enrustida. Os tentáculos dessa, nunca param de expandir-se apesar das muitas formas de cerceamento e repulsa a tais atitudes.

Muitos, levianamente, valem-se das liberdades que dispõem, advindas das benesses democráticas, para disseminar pensamentos inadequados e em muitos casos, claramente perniciosos, carregados de pejo e insatisfação pelas “misturas” que nada mais são, que a ação da própria natureza. Outros, ingenuamente, adotam posturas equivocadas, talvez por serem de fácil convencimento fruto da ignorância do real teor das mazelas oriundas de práticas tão desumanas.

Embasados em um pensamento torto, acreditam que a ciranda natural errou ao permitir a “proliferação” de seres geneticamente miscigenados. E se não alcançam a Natureza para reprimi-la pelo suposto erro, atacam, covardemente, o produto dessa miscigenação, desse “erro”, o qual julgam inferior e não merece dividir o mesmo espaço, ainda que geográfico.

Até a consolidação da Democracia nas sociedades ocidentais, muitos padeceram sob o jugo da intolerância; muitos deram a própria vida em prol de um futuro mais igualitário, mais justo. Hoje, podemos afirmar que desfrutamos de um ar mais respirável graças aos sacrifícios dos heróis do passado, no entanto, as raízes do “sistema de partilha de raças” jamais deixara de alimentar-se e, por óbvio, de crescer.

Ironicamente, hoje, os repressores miscigenos tendem a sentir uma “repressão branda” sobre suas teses espúrias, isto porque, a ampla maioria da sociedade livre não coaduna com o pensamento racista, ou xenofóbico. Logo, quem compactua com as práticas de uma sociedade livre, jamais reprimiria os segregacionistas em suas práticas infames com a truculência, tão somente com a força advinda das leis, criadas para todos, sem distinção.


Há mais perigos em se viver em sociedade do que aqueles que o senso comum tende a imaginar. Ficamos tão estarrecidos diante da violência física e contra a vida, que esquecemos dos males da intolerância, que aproveitam esse frenesi e tentam invadir as sociedades pela porta dos fundos. Hoje, pela porta dos fundos, mas isso não impede que cheguem a todos os cômodos e prepare o caminho para o regresso triunfante pela entrada principal.

Regredir é historicamente impensado, mas não impossível, caso a sociedade moderna não persevere. Devemos, sim, aperfeiçoar as conquistas do passado e nos prostrarmos em constante estado de alerta, vigilantes diuturnamente, à manter intactos os valores que nos torna mais humanos e mais compreensivos.

Os pensamentos distintos geram teses distintas que são debatidas, contestadas, aproveitadas, total ou parcialmente, mas nunca reprimidas. Isso é válido, também, para os atos que praticamos. É válido para mostrar que não somos os donos da verdade absoluta (há muitos que nem sequer acreditam em verdade-absoluta); que ser belo ou não, não nos torna mais ou menos merecedores de respeito; que estarmos ou sermos do norte ou do sul, não predispõe nossa ética, capacidade ou consolidação de valores.

Um ignorante e iletrado alimentar uma conduta errônea ainda é mais aceitável do que aquele que julga-se intelectual; aquele, coitado, recebe as informações e, por ser ignorante, não tem a capacidade de discernir o que é próprio ou impróprio a defender; já este, em tese, consciente do seu papel e entendedor do mundo como ele é busca difundir suas visões distorcidas e perversas, e não raras vezes, cai nas armadilhas que “ele” próprio deixara postas pelo caminho.

Nestes termos, quem é o sábio e quem é o ignorante?

A “repressão” democrática jamais será a mesma repressão utilizada pelos intolerantes. Até nisso eles têm benefícios, pois aquele que não discrimina vislumbra  a todos sob um mesmo ângulo – o de ser humano que somos, independente de fator genético ou de linhas geográficas imaginárias.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

MU/2013: IPC - Impressões Preliminares sobre as Candidatas (antes da Apresentação Preliminar)

Até aqui... SUBINDO:

- República Tcheca = tal como se percebeu antes, essa dona transmite muita simpatia e segurança. Tem se mostrado coerente e sóbria nas aparições;
- Austrália = além de confirmada beleza, está no time das sóbrias de atitude; é belíssima e naturalmente simpática;
- Haiti = creio que é a surpresa pelo já visto sobre a moça, até então. A apresentação preliminar é que nos dirá se funciona apenas em fotos;
- Brasil = joga no mesmo time da Austrália – aguarda a sua hora e na hora certa, aparece;
- Japão = a asiática mais bela e graciosa – uma prudência encantadora;
- África do Sul = pouco badalada, mas dona de uma beleza que pode se fazer perceptível na hora certa;
- Estados Unidos = tem se mostrado melhor ao natural que nas fotografias com excessivo PS;
- Índia = atuação moderada, mas creio numa classificação.

Até aqui... DESCENDO:

- Alemanha = nunca esteve em alta, mas como fora muito louvada antes da concentração, esperava-se uma candidata de fato competitiva. Mostrou-se fora de forma e de fato não é nada bonita; Não deve classificar, pelo que apresentou até aqui;
- República Dominicana = o corpo deveria estar em melhor condição de competir;
- Itália = inicialmente vista com certa simpatia, não nos parece vir disposta a entrar na disputa;
- Porto Rico = não parece nada natural. Aspecto “de senhora” extremamente afetada. As vezes os jurados gostam desses tipos, mas não é aquele que agrada a maioria do público. Tem passarela truncada;
- Equador = faz um tipo meio “Vanessa Gonçalves 2011” – muito bonecona para miss Universo;
- Ukrania = não é possível vê-la de fato como ela deve ser – ao menos é a impressão que passa.

Até Aqui, mera EXPECTATIVA:

- México = até agora não foi possível aferir o malfadado sobrepeso. Serão verdadeiras as fotografias ou foram covardemente alteradas?
- Venezuela – apesar da postura aparentemente impecável e um belo corpo, há algo nela que não passa verdade. Seu ponto alto é a elegância que desestrutura qualquer concorrente;
- Espanha = até agora muito holofote sobre a dona. Apresenta-se magra demais e por ter o rosto angular, tornou os ossos muito protuberantes. Montada é bonita, mas lembra muito a filipina que venceu o MW – e isso não é exatamente um elogio. Pelo que vi até aqui, não a levaria além de um top10;
- Bolívia = faz o estilo moderado da latina-afetada. Até aqui, vê-la com o título é quase impossível;
- Polônia – apesar da beleza incontestável falta-lhe transmitir algo essencial – simpatia e carisma – ainda não vistos;
- Israel - ainda não demonstrou a beleza cantada pelos fãs quando da sua eleição e do encontro com "Obamacare".

São apenas alguns pontos percebidos por fotos/vídeos. Após a Competição Preliminar, postaremos nossa percepção final, aí sim “elegendo” um top16, pela visão de quem ver de fora.

Sintam-se a vontade para opinar...