terça-feira, 31 de dezembro de 2013
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Pra não dizer que não falei das flores... (alguém disse isso... e não fui eu)
Cada pessoa tem uma história; cada história uma razão de ser. Em nome de uma razão, uma
trajetória, que, necessariamente, vai desembocar
numa realidade outrora almejada. Realidade essa muitas vezes desacreditada
por muitos que, por imaturidade ou por
ímpeto, pregam (ou pregaram) o descrédito sem razão ou sem necessidade.
É gratificante quando se vislumbra e se busca com maestria acertar um alvo, imprimindo
dedicação e afinco. É grandioso quando notamos que os nossos maiores inimigos podem ser nós mesmos e mais ainda, quando
descobrimos como enfrentá-los, ou enfrentá-las, se considerarmos a vilania das emoções. Tornamo-nos virtuosos quando aprendemos a criticar
com parcimônia e responsabilidade; absorver críticas para aprendermos
incessantemente com elas.
São nessas
circunstâncias que descobrimos o quão fortes podemos ser; que somos
centrados e dotados da razão; somos ricos em autoestima, em confiança; e somos maiores que os dissabores que
nos acometem a todos, indistintamente.
Quando, finalmente, estamos aptos a perceber as fraquezas, virtudes e defeitos, nos descobrimos vencedores. Em algum momento haveremos de descobrir.
Quando, finalmente, estamos aptos a perceber as fraquezas, virtudes e defeitos, nos descobrimos vencedores. Em algum momento haveremos de descobrir.
Então!... Se nos percebemos grandes e parcimoniosos, os outros também o perceberão, ainda que nos abstenhamos a dizer. De mesmo modo, torna-se desnecessário afirmarmos que o contrário também se aplica – ainda assim, afirmamos. Entrar numa batalha com determinação pode ser o prenúncio da vitória. Começamos a ganhar quando, logo no início, mostramo-nos vencedores.
Tudo isso pra dizer o óbvio. Somos exatamente aquilo que determinamos e lutamos para ser. Cada um de nós, faz parte do seleto grupo dos “inconstruíveis”; mas, nem todos lutam pelo aperfeiçoamento contínuo; o traçado já vem impresso desde a concepção, o “resto” é fruto do foco e da perseverança de cada um.
Diante de tantas vitórias, derrotas, críticas e da paciência que só os sábios têm, a cada ano, logramos pequenos feitos que nem sempre serão percebidos, mas, não quer dizer que não existam. Doravante, para percebermos é necessário aprendermos a sonhar.
O que seria da realidade sem o sonho?! Sonhar é muito válido, posto que dos sonhos
nascem as realizações do presente.
ILUSTRAÇÃO: imaginemos
uma pista ora curva, ora reta, mas, infinita. Semelhante àquelas de atletismo
(mas adiante perceberá que nessa pista todos são protagonistas). Voltemos... na linha de largada, sob os olhares da
plateia barulhenta há apenas dois
competidores. Há plateia por toda a extensão do infinito corredor, e prontos
para a largada estão dois atletas: o Sonho e a Realidade.
Ao som do estampido a torcida vai à loucura e os competidores arrancam a correr. Só que aqui há uma disparidade: ou o Sonho queimou a largada ou a Realidade é que fora lenta demais. O fato é que a competição continuou e o Sonho logo sumiu da vista da Realidade. Imagine! O Sonho, apressado como ele só, e dono de si, nem se empolgou com a vibração da "galera" e continuou em alta velocidade. E a Realidade? No pique impresso, jamais alcançaria um oponente tão veloz.
Ao som do estampido a torcida vai à loucura e os competidores arrancam a correr. Só que aqui há uma disparidade: ou o Sonho queimou a largada ou a Realidade é que fora lenta demais. O fato é que a competição continuou e o Sonho logo sumiu da vista da Realidade. Imagine! O Sonho, apressado como ele só, e dono de si, nem se empolgou com a vibração da "galera" e continuou em alta velocidade. E a Realidade? No pique impresso, jamais alcançaria um oponente tão veloz.
Num lampejo de tempo, novos alvoroços fizeram-se ouvir. Era a plateia que se manifestava
novamente, mas, desta vez, a Realidade
era o foco. Gradativamente, outros
personagens foram tomando forma, em constante aglomeração ao redor daquela Realidade de aparência já meio abatida pelo
cansaço. Na medida em que os tais personagens iam tomando forma, a Realidade pareceu restabelecer-se.
Ela de fato estava mais rápida. No entanto, as torcidas não compreendiam o
sucedido. Somente depois de muito esforço é que foi possível perceber o que
acontecia ao longo da pista.
Vejam que interessante! No peito e costas de cada novo personagem que circundava a realidade ainda atônita via-se seus nomes impressos: atleta-Carisma, atleta-Fraternidade, atleta-Companheirismo, atleta-Perseverança, atleta-Simplicidade, atleta-Força-de-Vontade, atleta-Humildade... e muitos outros que não era possível distinguir os nomes por um olhar tão riste.
Mesmo com atletas
tão fortes dando força à realidade, o
máximo que ela conseguiu foi avistar, muito distante, o sonho que ainda
corria feito louco, contudo, na direção correta. Esse efeito retardado se atribuía devido à ação desordenada dos
novos-atletas, não obstante serem fortes,
a incongruência os atrasava por demais.
Vejam que interessante! No peito e costas de cada novo personagem que circundava a realidade ainda atônita via-se seus nomes impressos: atleta-Carisma, atleta-Fraternidade, atleta-Companheirismo, atleta-Perseverança, atleta-Simplicidade, atleta-Força-de-Vontade, atleta-Humildade... e muitos outros que não era possível distinguir os nomes por um olhar tão riste.
Mas, com tantas virtudes o que poderia está
faltando? Por que a Força e tantas
outras não conseguiam a uniformidade? Foi diante dessas interrogações que o cenário fora tomado por uma luz infensa.
De tão ofuscante era impossível ver o que se passava. Tudo que se podia perceber sem maiores obstáculos
eram braços fortes e longos que, singelamente, passaram a embalar cada uma daquelas virtudes-atletas. A realidade,
a princípio ficara meio sem noção, o que durou pouco, pois as faixas no peito e
costas denunciavam a recém-chegada – era
a atleta-União.
Finalmente, a Realidade dotada de tantas virtudes, e o melhor, agora unidas, alcançou velocidade suficiente para encostar-se ao
velocíssimo Sonho. A partir de então a batalha se acirrara. Eis que o Sonho fora crescendo e crescendo e
crescendo, pois ficava mais próximo na medida em que a Realidade se
fortalecia. Em outras palavras, a Realidade atingira a velocidade de
competição.
As torcidas foram ao êxtase novamente quando ambos, a Realidade (e suas virtudes) e o veloz Sonho passaram a correr lado a lado. Isso quer dizer que ambos estavam em posição de equilíbrio. Nessa feita, a União tudo faziam para trazê-lo ao afago dos seus braços potentes.
As torcidas foram ao êxtase novamente quando ambos, a Realidade (e suas virtudes) e o veloz Sonho passaram a correr lado a lado. Isso quer dizer que ambos estavam em posição de equilíbrio. Nessa feita, a União tudo faziam para trazê-lo ao afago dos seus braços potentes.
Ainda separados, com o Sonho arredio e sempre a desvencilhar-se do abraço da União, novamente passou ele a ganhar terreno. E a plateia não se aguentava mais de desejo de abrir os pulmões em brado uno. Um brado de vitória.
Numa última tentativa desesperada o potente braço da União, com um leve toque da Perseverança alcançou finalmente o Sonho e o trouxe ao aconchego dos demais.
A corrida chegara ao fim.
A Realidade não vencera o Sonho; ela apenas fundira-se a ele e ele a ela e juntos predominaram. O Sonho fora alcançado e a Realidade sorria ciente de que outra maratona se iniciava, pois um novo sonho começara a nascer, ou a correr...
Pôs-se termo a um ciclo. Um ciclo que jamais se esgotará, pois sempre estará em vias do recomeço... Daí, indagamos: quantos momentos de fusão já passaram em nossas vidas e nem sempre lhes atribuímos o real valor?
A realidade
de hoje, fruto do sonho de ontem.
Ele (o sonho) sempre corre à frente... se assim não fosse, não seria sonho,
tampouco estaríamos aqui hoje, comemorando o
agora, que fora sonho ontem. E
começamos tudo, na milionésima-fração-de-segundo-seguinte...
BOAS FESTAS - Que Deus (em sua concepção individual) esteja sempre conosco e nós com Ele!
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
sábado, 14 de dezembro de 2013
Personalidades públicas e os exemplos que NÃO devemos seguir
Vivemos uma inversão de valores. Presenciamos, através dos
recursos de mídias, pessoas surpreendidas ao realizar atos ilícitos, declararem
com extremo cinismo os meandros que os levaram aos feitos escusos.
A parte sadia da sociedade
assiste perplexa com extrema
repulsa a cada vez que explode um escandaloso caso de corrupção, quer seja
na esfera política, quer não. Tal prática sempre será perniciosa,
independente do âmbito da ocorrência.
Em outros tempos, ser taxado
de larápio, vigarista ou ladrão era motivo de vergonha. Era vexatório para
o próprio larápio, para familiares e até para os amigos. Mas, foi-se o tempo
em que ter uma "ovelha-negra" na família, ou ser a própria, caracterizava algo equivalente a vergonha.
Exemplos não nos faltam. Não muito
distante, um certo corrupto, condenado e agora preso, teve a ousadia de
bater no peito e se dizer orgulhoso de pertencer a uma certa quadrilha que
atuou no mais alto patamar do Executivo brasileiro. Na feita, todos já
sabiam que era mais um ladrão de recursos públicos, todavia, como o mandado
de prisão ainda não havia sido expedido, insistia em cantar-de-galo,
contando como certa a impunidade ou simplesmente,
que sua atuação fosse apenas uma piada de salão mal contada. Não era.
Neste caso, mesmo que timidamente, a sociedade esboçou um sorriso, pois a
piada foi sim, de péssimo gosto, mas surtiu algum efeito nos tímpanos dos
ministros do Supremo Tribunal Federal.
Mais recentemente, desbaratados
pela força policial, quadrilheiros
saqueavam os cofres públicos cobrando propina de empresas por benesses no
recolhimento de impostos municipais. A pretexto de conseguir os benefícios
da delação premiada, um dos criminosos foi à televisão expor suas
ações-gatunas. Com extrema naturalidade, e quem sabe, até orgulho, relatara os
meandros escusos dos perversos atos que podam a dignidade de muitos cidadãos.
Conforme perceptível, a futilidade se generaliza a cada
dia em suas
muitas faces. Isso não caracteriza um
ponto de vista isolado e sim uma constatação passível de ser aferida a olho
nu, pelo homem médio. Ademais, não se aplica tão somente aos casos
semelhantes àqueles que acabamos de fazer referência.
As futilidades e as inversões são
tão dissimuladas que até um velório pode vir a tornar-se um evento
midiático para a promoção da imagem sob o óptica do interesse
particular.
Foi deprimente a revoada de
autoridades, celebridades e sub-celebridades (ou seriam pseudos) em direção
ao continente africano com o advento da morte de Nelson Mandela. Logo
para a África - o continente que historicamente,
agoniza à margem do resto de mundo.
Suas lições de humanidade muitas personalidades não aprenderam |
O líder sul-africano merecia
todas as homenagens por aquilo
que representou na sua luta pelo fim do famigerado apartheid. Seria natural que
chefes de Estado das muitas nações da terra fossem lhe prestar uma
última homenagem, todavia, o que se presenciou, claramente, foi uma horda de
pseudos-condolentes buscando um lugar em frente as câmeras dos profissionais de mídia de todo o globo ali
presentes.
Sucedeu um jogo midiático descarado onde as tais autoridades e pseudos-celebridades mostravam as tendências-modísticas dos seus estilistas particulares, felizes e sorridentes com aquela oportunidade ímpar e gratuita de aparecer ante aos holofotes do mundo.
Sucedeu um jogo midiático descarado onde as tais autoridades e pseudos-celebridades mostravam as tendências-modísticas dos seus estilistas particulares, felizes e sorridentes com aquela oportunidade ímpar e gratuita de aparecer ante aos holofotes do mundo.
Até seria cômico, se não fosse
vergonhoso,
presenciarmos as referidas hordas que pousaram na África do Sul, expondo ao
mundo exatamente o contrário da lição que o "homenageado" ensinara a
vida toda. Todos os presentes, sem exceção, buscavam sempre o melhor ângulo
para aparecer bem na foto, algumas delas até com expressões pesarosas,
não pela perda do líder-negro, mas pelo ciúme diante dos muitos flagras de
flertes explícitos ou na melhor das hipóteses, do excesso de
cordialidade.
Seja a inversão de valores - aquela que reprime o justo, ou
seja, faz com que o digno sinta vergonha se sê-lo; seja a futilidade,
que transforma a dor da perda em oportunidade e promoção, a verdade é que
padecemos em uma sociedade decadente, exatamente por sermos conduzidos por
homens e mulheres que não conseguem ver além daquilo que a visão lhes mostra; por
absorvermos como padrão de conduta e beleza - o falso-estereótipo passado
pelas telas de cinema - pessoas que levam até ao último grau, sua indecorosa
ânsia por manter-se de pé, ainda que as custas de quem jamais as aprovariam.
Sempre virão grandes homens que deixarão grandes legados. E sempre existirão vigaristas para deturpá-los mesmo que por leves oscilações, quer seja em atos, quer seja pela conduta.
Hoje, quem trabalha vive
trancafiado em casas e condomínios. Quem não é corrupto é considerado um
bobo-da-corte; quem luta para aparecer por mérito próprio raramente será
atribuído o valor que merece. Mandela lutou por um ideal e apareceu - mas essa máxima não se aplica àqueles que foram lhe render homenagem - não a todos.
Por outro lado, pousando em terras brasileiras, quem é
corrupto, corruptor ou deputado, pode até ir para a cadeia, mas, ainda
assim, exigirá da sociedade que lhe banque sucos especiais regados à água de
coco.
As inversões de valores e as futilidades de algumas vidas não se restringem a um país. Alastram-se mundo afora. Não as percebemos em larga escala, pois somos pequenos demais para alcançá-las. Mas elas existem, latentes e clamando por corretivos, mas existem.
As inversões de valores e as futilidades de algumas vidas não se restringem a um país. Alastram-se mundo afora. Não as percebemos em larga escala, pois somos pequenos demais para alcançá-las. Mas elas existem, latentes e clamando por corretivos, mas existem.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
No balançar do miss Brasil – válido para o Universo, Mundo ou Galáxia...
São 27 (vinte e sete) Estados da Federação; vinte e sete candidatas participam do Miss Universo Brasil, anualmente; vinte e sete candidatas eleitas ao acaso, guiadas pelas famigeradas agendas estaduais-inexistentes, pouquíssimos dias antes do evento nacional.
E o quadro
que temos hoje é repleto de incógnitas. Passados os compromissos com a
competição nacional, o que estarão fazendo as misses estaduais-candidatas? Quais os pomposos compromissos que, em
nome de suas terras estarão desenvolvendo? Que tipo de preparação estarão a
receber nesses períodos de letargia? E preparação
para que, se o foco mais sensível – o Miss (Universo) Brasil – já é fato
pretérito porque consumado?
Diante de tais indagações, algumas respostas poderão ser abstraídas das entranhas do imaginário, e atribuídas a algumas raras figuras.
Vejamos:
a miss Mato Grosso – bem, essa é a atual miss (Universo) Brasil. Conquistou o título máximo nacional, foi ao Miss Universo 18 (dezoito) dias depois e nos honrou com um garboso e merecido 5º (quinto) lugar. Nada mal para quem não teve sequer tempo de “digerir” a vitória-tupiniquim; retornou ao país, como ocorre todos os anos, com todas as misses-Brasil-candidatas, para cumprir a famigerada agenda que nunca se soube ou se saberá qual é.
Diante de tais indagações, algumas respostas poderão ser abstraídas das entranhas do imaginário, e atribuídas a algumas raras figuras.
Vejamos:
a miss Mato Grosso – bem, essa é a atual miss (Universo) Brasil. Conquistou o título máximo nacional, foi ao Miss Universo 18 (dezoito) dias depois e nos honrou com um garboso e merecido 5º (quinto) lugar. Nada mal para quem não teve sequer tempo de “digerir” a vitória-tupiniquim; retornou ao país, como ocorre todos os anos, com todas as misses-Brasil-candidatas, para cumprir a famigerada agenda que nunca se soube ou se saberá qual é.
Moral
inferida da história: miss brasileira é miss-candidata; – vá ao miss
universo, participe e volte para cumprir a agenda – isso é uma ordem – ecoa a voz onipresente da “organização-desorganizada”;
a miss Rio Grande do Norte – não obteve êxito no miss (Universo) Brasil, mas foi designada por algum ser-onipresente a ser candidata no Miss Internacional. E a caudalosa agenda da miss Rio Grande do Norte, ficará desguarnecida? Afinal, o “reinado” da bela mal começou. Bem, talvez nem tenha tanta importância, se considerarmos que a tal agenda-caudalosa nunca existiu de fato.
Moral inferida da história: na agenda-caudalosa da miss Rio Grande do Norte, certamente tem uma página inteira que lhe garante uma participação no Miss Internacional e como a “organização” nunca conta com a vitória de uma brasileira, na página seguinte consta o roteiro do próximo compromisso, quando do retorno sem o título;
as misses Rio Grande do Sul e Amazonas – as únicas que podem bater no peito e gritar (até espumar) que cumpriram seus papéis como misses-Estaduais e candidatas a miss Brasil. Nesses dois Estados, um dos compromissos agendados às eleitas é, claramente, a preparação para competir. Isto porque foram eleitas 8 (oito) meses antes do certame nacional.
a miss Rio Grande do Norte – não obteve êxito no miss (Universo) Brasil, mas foi designada por algum ser-onipresente a ser candidata no Miss Internacional. E a caudalosa agenda da miss Rio Grande do Norte, ficará desguarnecida? Afinal, o “reinado” da bela mal começou. Bem, talvez nem tenha tanta importância, se considerarmos que a tal agenda-caudalosa nunca existiu de fato.
Moral inferida da história: na agenda-caudalosa da miss Rio Grande do Norte, certamente tem uma página inteira que lhe garante uma participação no Miss Internacional e como a “organização” nunca conta com a vitória de uma brasileira, na página seguinte consta o roteiro do próximo compromisso, quando do retorno sem o título;
as misses Rio Grande do Sul e Amazonas – as únicas que podem bater no peito e gritar (até espumar) que cumpriram seus papéis como misses-Estaduais e candidatas a miss Brasil. Nesses dois Estados, um dos compromissos agendados às eleitas é, claramente, a preparação para competir. Isto porque foram eleitas 8 (oito) meses antes do certame nacional.
Moral
inferida da história: aqui se cultiva aquilo que todo atleta (ainda que de
palco) deve ter – Motivação e Foco.
Além dos compromissos rotineiros que o cargo exige, a miss estadual e candidata
(e não miss-candidata), quando eleita
com responsabilidade, tem um “up”
a mais: fazer bonito na competição nacional e se possível “abocanhar” o título
máximo. Para isso a preparação a longo
prazo é condição sine qua non;
os demais Estados-candidatos – estão adormecidos, pois, após o evento do miss (Universo) Brasil, a temporada é de hibernação. Hibernam as misses-candidatas; hibernam as organizações-desorganizadas... serão 6 (seis) meses de sono profundo até o retorno aos holofotes: das misses-candidatas, para entregar o “cargo”; e das “organizações-desorganizadas”, para eleger a nova miss-candidata e fadada a coadjuvar nos palcos da vida.
os demais Estados-candidatos – estão adormecidos, pois, após o evento do miss (Universo) Brasil, a temporada é de hibernação. Hibernam as misses-candidatas; hibernam as organizações-desorganizadas... serão 6 (seis) meses de sono profundo até o retorno aos holofotes: das misses-candidatas, para entregar o “cargo”; e das “organizações-desorganizadas”, para eleger a nova miss-candidata e fadada a coadjuvar nos palcos da vida.
Ainda temos
a exceção: recentemente o microblog da Band nos deu conta que a miss-candidata São Paulo 2013 está
cumprindo a famigerada-agenda em algum
país de língua Inglesa, com o namorado atleta. Provavelmente, com a preparação a todo vapor para
participar do miss Universo Brasil... Pena que o miss Brasil já passou,
portanto, o prazo de validade venceu.
De toda sorte, a “agenda” servirá como experiência profissional e de vida.
Moral de toda a história: concursos de miss no Brasil é, de fato, uma piada... não, não... uma piadinha!
Moral de toda a história: concursos de miss no Brasil é, de fato, uma piada... não, não... uma piadinha!
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Aquele que trabalha, que semeia em tempo, não espera uma boa colheita ao sabor do acaso
Você sabia? |
- que os EUA já estão elegendo suas candidatas
estaduais desde metade do ano de 2013,
para a competição em 2014?
- que a Venezuela tem calendário anual fixo para a
escolha da miss Universo Venezuela e que as eleitas têm, no mínimo, um ano de preparação e aperfeiçoamento?
- que Porto Rico, quando enviou sua representante
ao miss Universo 2013, já havia coroado
a miss para 2014?
- que o México e a Colômbia seguem os mesmos trâmites em busca de formar misses competitivas?
Os três
primeiros países citados ilustram os tops
em certames de beleza. Ano após ano, suas candidatas poderão até não fazerem-se
perceber, todavia são sempre
concorrentes em potencial. Os dois últimos ensaiam metodologias de aperfeiçoamento com o nítido intuito de entrar para o
seleto grupo dos países mais temidos em certames internacionais de beleza.
Miss México 2012 - Sem Compromisso |
Dados os últimos resultados, as fórmulas mexicana e colombiana ainda não
atingiram o ápice e a excelência necessárias para tanto, mas é perceptível
que o passo inicial já fora dado, ou seja, em muitos países (nesses inclusive),
onde os concursos ainda são tradicionais,
elegem-se uma miss nacional e nunca uma mera
candidata ao miss Universo ou miss Mundo.
No Brasil,
ainda tem-se a cultura da eleição da miss-Brasil-candidata.
Não se sabe, se por falta de conhecimento, comprometimento, ou patrocínio
suficientes. Ou, simplesmente, por falta de credibilidade mesmo. É uma incógnita que somente o tempo nos
virá esclarecer... um dia.
Todos são sabedores (ou deveriam saber) que um tempo longo não é sinônimo de sucesso
se a irresponsabilidade e a falta de foco são as metas a serem
atingidas. Por outro lado, quando prioridades e consenso, aliados a um trabalho sério são perseguidos, os
resultados positivos emergem numa naturalidade tão óbvia quanto uma bola de
isopor procura o ar quando solta sob a água.
Os exemplos
– bons e ruins – são perceptíveis a olho
nu, por assim dizer. E aqui, a prática de reprodução da metodologia alheia deve ser vista sob o ângulo da
parcimônia. Cada um deve ter como
baluarte a própria realidade, pois o método pelo qual vai o raciocínio é
demasiadamente particular.
Uma equipe
bem comandada sempre age de forma coesa,
ou seja, vislumbra metas convergentes à
um mesmo ponto. Quando esse ponto não pode ser mensurado ou alvejado,
raramente o resultado será satisfatório. No mundo-paralelo brasileiro essa máxima tem sido constante há
décadas.
Não devemos
esquecer que nos dois últimos anos presenciamos leves oscilações nesse espaço-tempo-exíguo. Nossas
misses-candidatas (sim, ainda padecemos
com meras misses-candidatas), ainda sem nenhum amparo temporal têm buscado
à duras penas, honrar o nome do Brasil.
São jovens destemidas, ousadas e, incrivelmente fortes, que encaram situações
adversas tanto para realizar um sonho pessoal, como para honrar a faixa que
lhes fora confiada.
Não logramos
grandes vitórias, mas saboreamos o um doce paladar do pódio, mesmo sem tempo, mesmo sem treino, mesmo sem o apoio mínimo necessário.
Temos sim o direito de cobrar, mas nem sempre teremos o direito de exigir
dessas jovens brasileiras além daquilo que elas podem nos oferecer.
O que mais poderíamos
querer de uma jovem de 20 anos eleita miss Brasil (miss-candidata) há
parcos 18 dias antes de embarcar à competir no miss Universo? Seria justo exigirmos uma vitória máxima?
Como admitir que chegar em 5º lugar não foi um resultado glorioso?
São fatos recorrentes. E não é exagero afirmar que enquanto perdurar o modelo de eleição
vinculado à realização dos certames internacionais; enquanto não decidirmos
eleger uma miss Brasil independente para
exercer o papel de miss Brasil estaremos sempre sujeitos a demonstrar força
quando em alto mar, todavia, cansados
demais para cruzar a linha de chegada.
O resultado
é bem notório: cair por terra quando chegada a hora mais importante – em claro português – morrer na praia.
Que 2014 nos
exija uma retratação!... Mas, não sejamos imprudentes em apostar nisso.
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